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O HIV precisa mudar o próprio material genético (RNA) para se igualar às células do soropositivo (DNA) e infectá-las. O objetivo das drogas nucleoídeas analógas é ligar-se ao DNA, impedindo que o processo de conversão seja completado. São chamadas analógas pois são muito parecidas com os componentes básicos do DNA. Descreveremos logo abaixo algumas delas. AZT (Retrovir, Zidovudina) – Medicamento que, geralmente é recomendado para soropositivos com células CD4 abaixo de 500, em terapia dupla ou tripla. Usado na dose de 500 a 600 mg/dia, na forma de comprimidos e xarope para crianças. Pode ser tomado com as refeições. DDI (Videx, Didanosina) – É produzido em forma de tabletes ou pó, para ser misturado com água e devem ser tomados com estômago vazio (1h antes ou 2 horas após refeições) para garantir uma absorção adequada. DDC (HIVID, Dideoxicitosine) – De acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, este medicamento deve ser evitado em pacientes com CD4 menor que 200, a não ser que haja intolerância ao DDI. D4T (Estavudina, Zeritavir) – É uma boa opção terapêutica para pessoas anteriormente tratadas com AZT. Quando em uso desta medicação, algumas drogas devem ser evitadas ou usadas com precaução, como: DDI, DDC e ganciclovir. 3TC (Lamivudine, Epivir) – Medicamento bem tolerado. Abacavir (em fase de testes).
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