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A Área de Populações Excluídas sempre procurou privilegiar uma ação voltada aos setores da sociedade mais vulneráveis para contrair o vírus HIV. A estratégia dessa área do GAPA foi baseada na progressão da epidemia de AIDS no Brasil. Observou-se dentre os diversos grupos sociais que as mulheres e os afro-descendentes eram os mais expostos ao risco. E um dos motivos, era a falta de condições desses grupos para fazer frente a ameaça da epidemia, tanto do ponto de vista da organização coletiva para a prevenção, quanto do ponto de vista do gerenciamento efetivo dos casos de AIDS.
A partir daí, as variáveis raça e gênero passaram a transversalizar toda a reflexão e ação da Área de Populações Excluídas. A partir dessa avaliação compreende-se a importância atribuída à construção de estratégias de enfrentamento da epidemia junto a grupos socialmente marginalizados, ou em situação de exclusão e violência, que estimulem a sua auto-organização.
Os Projetos atualmente em curso na área são os seguintes:
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